Bandeirante 111

Criado pelos amigos Daniel Balsa, Diego Rizatelo e Leonardo Belloff, o Bandeirante 111 é o único time de Punhobol do estado de São Paulo no cenário mundial. Acompanhe o caminho desta equipe rumo à mais vitórias.

Bandeirante 111

Criado pelos amigos Daniel Balsa, Diego Rizatelo e Leonardo Belloff, o Bandeirante 111 é o único time de Punhobol do estado de São Paulo no cenário mundial. Acompanhe o caminho desta equipe rumo à mais vitórias.
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Arquivo de: Maio 2006

25.05.06

BANDEIRANTE 111 VOLTA DO PR COM DUAS VITÓRIAS

categorias: Nos torneios

Com menos de três meses de fundação, equipe já triunfa no cenário do Punhobol brasileiro.

Mascote, Tuti, Dão, Daniel e Diego - Duas vitórias... e faltou muita gente na foto (Felipe "Darta" Binotto)

O Bandeirante 111, única equipe paulista no Punhobol, conquistou duas vitórias na Copa Duque, realizada no clube Duque de Caxias, em Curitiba (PR). O time venceu o Rio Branco (26 a 23) e o Joinville (28 a 19) na competição.

"Imaginava que nossa vitória só viria, com sorte, em 2008. Veio antes do esperado. Muito antes! Comentei com o pessoal que nem com Fufi, Gus e George nós ganharíamos. Enfim, ganhamos!!!", comentou Daniel.

Devido as duas vitórias, a equipe conquistou a classificação para a segunda fase da competição com o quinto lugar no grupo B, que ainda tinha Sogipa (atual campeã mundial), Duque A (campeã do torneio), Concórdia e Pomerode.

Na segunda fase, a equipe enfrentou os paranaenses do Handwerker e, por pouco, não chegou a terceira vitória. Em um jogo disputado, 26 a 22 para o adversário.

"Foi uma boa competição. Não imaginava que jogaríamos assim. Acredito que representamos bem", destacou Diego, o outro paulista da equipe.

O Bandeirante 111 teve vários problemas para viajar a Curitiba. Três jogadores enfrentaram dificuldades no dia da viagem e tiveram que ficar em São Paulo. Com isso, o time teve que pegar jogadores emprestados e contou com a boa vontade de Dão, Carriconde, Mascote, Tuti e outros.

"Tenho que agradecer todos esses caras. Além deles, o Pop, Chico, Mateus e Xandy nos deu uma força quando precisamos. Não só eles tem que ser lembrados, mas o Darta, o Pablo, a Rê, o Palmito (valeu velho!!!), todos os caras que ficaram em São Paulo - que fizeram com que cada final de semana tivessem treinos muito bons - e muitos outros que nos ajudaram nessa caminhada. A lista de agradecimento é muito extensa! Muito obrigado mesmo por pode realizar mais este sonho. Foi o final de semana mais feliz da minha vida", disse Daniel.

Destaques no site da Sogipa

Vice-campeão mundial pela seleção juvenil brasileira, Xandy, campeão da Copa Duque pelo infanto e juvenil, destacou que Daniel e Diego foram as revelações da competição na categoria adulto. "Fico lisonjeado com isso", declarou Diego. Outro que também elogiou os dois jogadores foi Palmito, campeão mundial pela seleção brasileira em 2003 e três vezes campeão mundial interclubes.

Dão no orkut

"Parabéns aos paulistas, que estão crescendo muito no Punhobol!!! Aposto que todos os atletas dos outros times que viram eles jogando, notaram uma grande evolução. Parabéns galera! Que essas duas vitórias sejam as primeiras de muitas".

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  • Postado em 00:49:43

19.05.06

COPA DUQUE: SÓ PEDREIRA PARA O B111

categorias: Nos torneios

Dentre os seis jogos que fará na Copa Duque, um será contra a Sogipa, atual campeã mundial.

Disputando seu terceiro torneio, o Bandeirante 111 terá seis grandes adversários pelas frente na segunda edição anual da Copa Duque, mas, destes, dois se destacam: Duque A, principal time dos donos da casa, e a Sogipa, atual campeã mundial.

"Só pedreira! Duque e Sogipa são dois grandes do Punhobol mundial. Vamos ter que nos virar se quisermos fazer um ponto. Também não podemos nos esquecer do Rio Branco, Concórdia e Pomerode, que são fortes times", comentou Daniel.

Aliás, Duque A e Rio Branco sempre cruzaram o caminho do Bandeirante 111. Nas três competições que a equipe paulista se inscreveu, as duas equipes estiveram no grupo dele. "Contando o finado Sampa Punhobol, será a quarta vez que eu os enfrento", completou o capitão do time, que ao lado de Diego, fará as vezes de batedor.

"Nossa! Tá brincando comigo?", disse Diego, por telefone, ao saber da notícia. "Cara, estamos perdidos! A tática agora é orar bastante e pedir para que a derrota seja rápida e indolor. Se o Pablo estivesse no time (o jogador foi contratado pelo 25 de Julho), quem sabe faríamos algo melhor", emendou.

Confira os jogos do Bandeirante 111 na Copa Duque:

Sábado - 20/05
(horário - adversário - local)

12h18 - Duque A - campo 1
13h50 - Rio Branco - campo 1
14h36 - Sogipa - campo 3
16h08 - Concórdia - campo 3
16h54 - Pomerode - campo 3

Domingo - 21/05

10h48 - Joinville - campo 1

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  • Postado em 13:35:15

TUDO PRONTO PARA MAIS UM TORNEIO

categorias: Nos torneios

Bandeirante 111, única equipe no estado de São Paulo, viaja nesta sexta-feira para a disputa da 2ª edição anual da Copa Duque; Leo é a única dúvida

O Bandeirante 111 disputará seu terceiro torneio na história neste final de semana (20 e 21 de maio). A equipe competirá na segunda edição anual da Copa Duque, que será realizado no clube Duque de Caxias, em Curitiba (PR). Aliás, este será o segundo campeonato do time na capital paranaense, já que participou da primeira Copa Duque deste ano.

Desta vez, o Bandeirante 111 não contará com o batedor Pablo, que competirá pelo Adblu/25 de Julho. O atleta foi considerado o melhor jogador da equipe na primeira Copa Duque deste ano.

"Agora complicou. Esperávamos melhorar nosso desempenho neste campeonato, mas precisariamos do Pablo para isso", comentou Diego, que terá a missão de substituí-lo. "Mas sorte para ele. Se fosse eu, também aceitaria. Agora teremos que nos virar para defender os ataques dele", completou.

Diego dividirá as funções de batedor com Daniel, que vinha jogando na defesa da equipe. "Vai ser pedreira! Estava me preparando para jogar no fundo de U, mas tivemos que mudar tudo com a saída do Pablo. Fico muito feliz por ele ir para o 25, que é uma excelente equipe e, com o Pablo, terá condições de brigar pelo título. Agora, nos resta lutar e lutar", comentou o capitão da equipe.

O Bandeirante 111, que viaja nesta sexta-feira, deverá promover a estréia de William, que vem treinando desde o último dia 2 de abril, uma semana após o clube debutar no cenário brasileiro. "O William é um cara muito gente boa. Se jogar o tanto quanto é gente fina, estamos bem", brincou Daniel. "Ele tem progredido nos treinos, tem se empenhado. Não vai fazer feio", completou.

No último treino da equipe, William foi um dos que melhor aproveitou a atividade. "Deu gosto ! Aprendemos mais coisas, tinha mais gente, a defesa estava saindo diretinho, a levantada estava melhor e o ataque também melhorou", destacou o jogador.

Além de Diego, Daniel e William, Betão já confirmou que vai viajar e Leo não cravou seu nome, mas acredita que deve embarcar. "Estou 60% certo", revelou o jogador.

Luto

Em homenagem aos policiais, bombeiros e civis mortos durante confrontos contra facções criminosas em todo o estado de São Paulo, o Bandeirante 111 disputará a Copa Duque de luto.

"É o mínimo que podemos fazer a estes heróis", comentou Daniel Balsa. Cursando faculdade de jornalismo, o capitão da equipe diz que o luto também é um protesto. "Lógico que não foi algo normal, mas fizeram com que isso virasse um show. Chegaram a dizer que proclamaram toque de recolher, o que era uma mentira absurda. Não só os bandidos, mas outras pessoas quiseram afrontar o nosso estado", completou.

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  • Postado em 00:50:35

05.05.06

ENTREVISTA - RÊ

categorias: Entrevistas

Nome quase que certo para disputar o Mundial de Seleções 2006, que será realizado em Jona, na Suíça, Rê pode conquistar um feito que poucos já conquistaram no Brasil, o de conquistar dois títulos mundiais em um mesmo ano, pois a Duque - seu clube - também competirá a mais importante competição do Punhobol do planeta neste ano, contra a equipe alemã do Ahlhorner.

O último que conseguiu esta façanha também é do Punhobol: Gastão Englert, treinador da Sogipa nos mundiais feminino e masculino interclubes. No entanto, em caso de conquista, Rê se igualará a Pelé (isso mesmo, ao Rei do Futebol), que venceu dois mundiais na mesma modalidade e classe no mesmo ano - o feito foi em 62, quando com a seleção e seu clube, o Santos, levou os canecos para a casa.

Caso conquiste os dois títulos, não será inédito para o Punhobol brasileiro. Em 1999, o próprio Gastão e os jogadores George, Gus, Fufi e Picolli venceram o Mundial de Seleções pelo Brasil e o Interclubes pela Sogipa.

Confira a entrevista exclusiva, dividida em duas partes.

Rê (Foto: Arquivo Pessoal)

Nome completo: Rejane Castilho Sinhori
Data de nascimento: 26/09/1985
Local de nascimento: Curitiba (PR)
Posição: Defesa
Clube: Duque de Caxias
Altura: 1,63
Peso: 56Kg

B111: Este deve ser um ano bem especial para você, já que disputará dois mundiais. Qual sua expectativa para estas competições?
Rê:
Com certeza, ganhar.

B111: Até o momento, na enquete do site oficial do Mundial de Seleções feminino, o Brasil é o favorito ao título. À que você credita esse favoritismo inicial do Brasil?
Rê:
Creio que tudo isso começa pelo Mundial Seleções de 2002, realizado no Brasil. Nossa seleção infelizmente perdeu o título para a Suíça por dois pontos, em um campo totalmente alagado. Outro fator muito importante, e mais recente, é o título do Mundial Interclubes conquistado pelas meninas da Sogipa. Isso é um ponto muito positivo para o Brasil, principalmente neste momento. Sem contar que, normalmente, os times brasileiros femininos quando vão até a Europa jogar os grandes torneios fazem ótimos jogos e ficam nas três primeiras colocações.

B111: Quem pode atrapalhar a seleção na busca do título inédito? Por quê ?
Rê:
No momento, vejo duas seleções que, com certeza, podem atrapalhar nossa grande vitoria: Suiça e Alemanha. Acho isso porque são duas equipes de nível técnico muito elevado. Elas tem ótimas defensoras, ótimas levantadoras e ótimas atacantes. Como costumo dizer, elas têm 'um time redondinho', por jogarem juntas a muito tempo como seleção. É facil para elas terem treinos direto juntas, até pelo fato dos países serem pequenos. isso faz com que uma cidade seja perto da outra e facilite os encontros para treinamentos com a seleção. Rola um entrosamento muito forte, onde, acredito, que seja o fator principal para qualquer time, sendo seleção ou não, ganhar algum campeonato.

B111: Como você avalia a preparação brasileira para a competição?
Rê:
Acho que estamos fazendo o que é possível e o que podemos fazer no momento, visto que os treinos começaram um tanto tarde, devido as mudanças de técnicos. A nova comissão técnica programou para a seleção muitos treinos durante três meses, onde nos encontraremos, praticamente, a cada quinze dias, para que possamos treinar juntas até o mundial. O que, na minha opinião, é o certo. Para que a seleção consiga se entrosar e montar uma equipe forte até o Mundial, esta é a única solução de momento.

B111: A Suíça ganhou do Brasil no Brasil? Esse ano o Mundial vai ser na Suíça. Tem jeito melhor de se vingar?
Rê:
Não, na minha opinião o que aconteceu no Mundial de 2002 foi que as suíças tiveram muita sorte, pois creio que se na semifinal que a Suiça fez contra a Alemanha não tivesse chovido, elas não teriam ído à final, pois as suíças defendem muito bem na chuva e este foi o grande diferencial delas no campeonato. E na final contra o Brasil estava difícil para as duas equipes com o estado em que se encontrava o campo. Ganhou o time que teve sorte de pegar o campo menos alagado na hora certa e que errou menos. Foi ganho somente nos detalhes. Mas, agora em 2006, se a história se repetir na final do Mundial e o Brasil vier a ganhar, com certeza seria muito bom vencer na casa delas, não tenho duvidas!

B111: Após anos, a Duque voltou a ganhar um sul-americano e o direito de disputar um Mundial. Qual foi o ponto forte da Duque para esta conquista?
Rê:
A Duque é um clube que dá muito valor ao Punhobol e isso ajuda de mais os atletas que praticam o esporte neste clube. Com certeza, o incentivo da Duque e a vontade interminável de todas as meninas de ganhar este Sul-Americano foi perfeita para que nos consagrássemos campeãs Sul-Americanas 2005.

B111: Em que momento você sentiu que seria campeã?
Rê:
Sinceramente... desde quando chegamos no Chile. Pois não havia nenhum time que estivesse participando deste Campeonato Sul-Americano que pudesse nos incomodar, já que as equipes da Argentina e Chile tem equipes com o nível técnico muito baixo comparado as equipes brasileiras.

B111: A Sogipa, atual campeã mundial da categoria, não disputou a competição no feminino. Se a equipe tivesse disputado, mudaria o resultado final?
Rê:
Olha, esta pergunta é um tanto complicada de responder. Desde quando comecei a jogar punhobol, na maioria das vezes, meu time sempre fez a final com a Sogipa,tanto quando jogava no Rio Branco, como agora na Duque. Nossas decisões sempre foram uma caixinha de surpresa: nunca sabíamos quem realmente iria vencer. Acredito que nem as próprias atletas, pois são alguns detalhes durante a partida que resultam a vitoria. Mas, no Campeonato Sul-Americano de 2005, fizemos o possível e o impossível para ganhar, indiferente contra quem jogaríamos durante o campeonato. Até a Patricia (Lebert, batedora) a Duque trouxe da Alemanha para jogar com a gente. Creio que ano passado estávamos muito bem treinadas e focadas à nosso objetivo - que era único e exclusivamente o Campeonato Sul-Americano. Penso que, desta vez, o resultado não seria diferente, talvez mais trabalhoso - confesso - mas nos consagraríamos campeãs!

(Segunda parte da entrevista abaixo)

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  • Postado em 01:00:02

ENTREVISTA RÊ (2ª PARTE)

categorias: Entrevistas

(continuação)

B111: E agora contra o Ahlhorner? Tem como fazer algum prognóstico?
Rê:
A equipe do Ahlhorner é uma equipe com tradição na Europa por jogarem muito bem. Algumas meninas que jogam neste time e fazem parte da Seleção Alemã - considerada uma das mais fortes seleções atualmente - e por já terem sido campeãs Mundiais de Clubes em um outro ano (2004, contra a Sogipa em Porto Alegre). O currículo deste time é realmente de botar medo a qualquer equipe que for jogar pela primeira vez contra elas o Mundial Interclubes, mas, na realidade, não sei direito o que pode vir acontecer durante o Campeonato Mundial de Clubes 2006, pois as duas equipes nunca se encontraram dentro do campo e muito menos fora. As únicas meninas da Duque que já jogaram contra esta equipe foi eu e a Patricia. Então, tanto para a equipe do Ahlhorner como para a equipe da Duque, será um "mundial de novidade". Sei que será difícil ganhar desta equipe agora, mas acredito muito no meu time e sei que faremos ótimos jogos contra elas e, com certeza, iremos incomodar muito. Se a Duque vir a ganhar, será conseqüência do nosso bom desempenho dentro do campo. Então o negocio é esperar para ver!!!

B111: Quem é favorito?
Rê:
No momento, creio que o Ahlhorner está em alta.

B111: E no Mundial de Clubes masculino? Aposta na Sogipa ou no Freistadt?
Rê:
Acredito que a Sogipa tem grandes possibilidades de ganhar o Mundial de Interclubes novamente, pois é uma equipe que joga Mundiais Interclubes há algum tempo e que não terá muitos problemas contra a equipe do Freistadt. Penso que se consagrará campeã novamente neste ano.

B111: Você já jogou Punhobol na Europa. O que o Brasil pode fazer para ter uma estrutura como a de lá?
Rê:
Bom, acho que para o Brasil ter uma estrutura como a de lá a solução talvez esteja nos pequenos detalhes. Vou explicar: quando você joga lá na Europa, seja qualquer torneio ou campeonato oficial que você participe, é sempre muito bem organizado, com seus bandeirinhas e árbitros muito bem uniformizados, atletas sempre vestidos com seus fardamentos apropriados, com os campos devidamente montados e corretos. Fora isso, sei que um fator muito importante para que o Brasil tenha uma estrutura como a de lá é o tal do "dinheiro", pois para um clube poder montar um campeonato bem estruturado, tem que existir um grande investimento. Mas, o pessoal que organiza campeonatos no Brasil tem que ter a consciência de que para patrocinadores se interessarem pelo o esporte é necessário uma organização muito grande, pois ninguém irá investir o seu dinheiro em um lugar onde as pessoas nunca estão devidamente organizadas. Isso dá o "ar" de que as pessoas que estão ali jogando não levam o esporte a serio. O Brasil, nos últimos anos, vem investindo muito em seus campeonatos e torneios. Hoje em dia, creio que os campeonatos estão sendo muito bem organizados e que cada ano que passa está melhor, acho que estamos indo pelo caminho certo.

B111: O Punhobol brasileiro também tem se expandido. Recentemente, São Paulo voltou a figurar no esporte nacional. O que acha deste feito?
Rê:
Eu fico muito feliz com isso, pois quanto mais times o Punhobol tiver, mais vai ser conhececido. Vai existir mais gente querendo ajudar e, assim, o esporte vai crescendo. A única forma do Punhobol ser reconhecido é através dos próprios atletas apoiar as novas equipes que estão aparecendo por ai. Ainda mais no feminino, que tem  poucas equipes escritas na CBDT (Confederação Brasileiro de Desporto Terrestre).

B111: Como campeã sul-americana, você recebe bolsa atleta?
Rê:
Não, mas tenho direito por ter ganho o campeonato, não entre os clubes, mas sim pela seleção. Já mandei os papeis e espero ganhar este ano.

B111: O que acha desse programa do Governo Federal?
Rê:
Acho uma excelente idéia, pois é muito complicado tirar dinheiro sempre do bolso para poder participar de campeonatos. O pior não é pagar para jogar somente pela sua equipe, mas pagar para representar o Brasil pelo mundo. Acho que isso é o mínimo que o Governo Federal pode fazer pelo nosso esporte. Muitas vezes perdemos atletas e times muito bons pelo fato de não terem dinheiro para poder se manter no esporte.

 

Maior vitória: Campeã da Taça Brasil Adulto 2003
Maior derrota: Final do Sul-Americano Adulto 2004
Maior sonho: Ser Campeã Mundial Interclubes e Seleções.
Ídolos: Meu pai e minha mãe. Graças a eles continuo firme e forte no punhobol.
Punhobol é... atualmente meu único foco!
Principais títulos: Campeã Brasileira (2003 e 2004), Campeã Sul-Americana Interclubes e de Seleções (2005), além de títulos estaduais e de categorias de base.

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  • Postado em 00:50:45